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Plataformas de aluguel por temporada ganham novos impostos no Brasil

O Airbnb defende a adoção de regras em âmbito nacional, em vez de regulamentações locais distintas.

As locações temporárias intermediadas por plataformas digitais estão no centro de debates regulatórios em diferentes capitais brasileiras, com propostas que envolvem tributação, fiscalização e novas regras para funcionamento do setor.

O avanço das discussões ocorre em um cenário de crescimento do turismo internacional no país. Em 2025, o Brasil recebeu cerca de 9 milhões de visitantes estrangeiros, alta de 40% em relação ao ano anterior, de acordo com o Governo Federal.

Em nota, o Airbnb afirma que a atividade promovida pela empresa se enquadra como locação por temporada, prevista na Lei do Inquilinato, e não como serviço de hospedagem, o que, segundo a plataforma, afastaria a incidência do ISS. A empresa também destaca que a Reforma Tributária já prevê a tributação do setor por meio dos novos impostos CBS e IBS.

Ainda de acordo com a companhia, iniciativas municipais que tratam a locação por temporada como hospedagem podem gerar insegurança jurídica. O Airbnb defende a adoção de regras em âmbito nacional, em vez de regulamentações locais distintas.

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