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Justiça esclarece caso e instituição faz retratação após acusações de racismo

A 13º Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, o UNIPAM esclarece que não há qualquer prova de prática de injúria racial ou racismo por parte da Sra. Érica Ribeiro Alves

NOTA DE ESCLARECIMENTO E RETRATAÇÃO

O Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM vem a público apresentar a presente nota de esclarecimento e retratação, nos termos que seguem.
Em março de 2020, foram divulgadas em mídias locais relatos de suposto
envolvimento de duas acadêmicas do Centro Universitário de Patos de Minas –
UNIPAM em episódio de caráter racista. Esses relatos levaram parte da população a acreditar que a aluna Érica Ribeiro Alves havia sido apontada como uma das agentes do suposto ato racista e que, por isso, havia sido punida administrativamente.

No entanto, conforme acórdão prolatado pela 13º Câmara Cível do Tribunal de
Justiça do Estado de Minas Gerais, o UNIPAM esclarece que não há qualquer prova de prática de injúria racial ou racismo por parte da Sra. Érica Ribeiro Alves.

Esclarece, ainda, que a única punição administrativa à época imposta teve origem em fatos completamente dissociados de tal episódio, tendo sido, inclusive, posteriormente declarada nula pelo Poder Judiciário.

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