Um homem de 32 anos procurou a Base Comunitária Móvel da Polícia Militar para relatar situações que, segundo ele, teriam ocorrido durante atendimentos realizados por um médico em uma clínica, em Patos de Minas.
Conforme as informações, o primeiro episódio teria acontecido em 6 de agosto de 2026, após o homem realizar um tratamento. Ele relatou que, durante o atendimento, comentou sobre manchas nas costas e na região da nuca. Segundo o relato, o médico teria aplicado um produto nessas áreas e realizado massagens, ocasião em que o paciente percebeu que o profissional estaria com o órgão genital ereto.
Ainda de acordo com os relatos, o homem questionou o médico se estava tudo bem, e recebeu uma resposta afirmativa.
O registro também menciona um segundo episódio, ocorrido em 31 de agosto, quando o homem, que trabalha como educador físico em uma academia, teria conversado com o médico sobre brincadeiras das quais não gostava. Segundo o relato, o profissional teria concordado em não repetir esse tipo de comportamento, mas as brincadeiras teriam continuado.
Já no dia 2 de setembro, após sair da academia, o homem voltou a conversar com o médico sobre o episódio anterior. Conforme o relato, o profissional teria admitido que a situação envolvendo a região íntima havia ocorrido e afirmado que não precisava levar o caso adiante.
O fato foi registrado pela Polícia Militar para as providências cabíveis. O registro apresentado contém o relato do denunciante e, até o momento, não permite concluir sobre eventual responsabilidade criminal do médico.







