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Casa da Mulher reforça acolhimento e proteção durante o Agosto Lilás

A orientação é que toda mulher que se sinta ameaçada, esteja sofrendo violência ou necessite de apoio procure atendimento o quanto antes. A informação e o acolhimento podem ser o primeiro passo para romper o ciclo da violência.
Ascom prefeitura

O Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, reforça a importância dos serviços de acolhimento e proteção disponíveis para a população. Em Patos de Minas, a Casa da Mulher desempenha papel fundamental nesse trabalho, oferecendo atendimento sigiloso, humanizado e gratuito.

O espaço foi criado para acolher mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade, garantindo orientação, escuta qualificada e encaminhamento para os serviços necessários. O atendimento é realizado por uma equipe preparada para oferecer suporte e auxiliar no acesso aos direitos previstos em lei.

Um dos principais diferenciais da Casa da Mulher é que não é necessário apresentar boletim de ocorrência, denúncia formal ou medida protetiva para buscar ajuda. O local funciona como uma porta de entrada para mulheres que precisam de apoio, orientação ou proteção.

A iniciativa ganha ainda mais destaque durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. A mobilização acontece em referência à Lei Maria da Penha, sancionada em agosto de 2006 e considerada um dos principais instrumentos de combate à violência doméstica no Brasil. Neste ano, a legislação completa 20 anos.

Além de incentivar a denúncia e a busca por ajuda, a campanha destaca a importância da participação da sociedade na construção de uma rede de proteção. Familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho podem contribuir ao compartilhar informações e orientar mulheres sobre os canais de atendimento disponíveis.

A orientação é que toda mulher que se sinta ameaçada, esteja sofrendo violência ou necessite de apoio procure atendimento o quanto antes. A informação e o acolhimento podem ser o primeiro passo para romper o ciclo da violência.