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Minas Gerais aposta em inteligência artificial para identificar fraudes e fortalecer recuperação da dívida ativa

Ao usar inteligência artificial para apoiar procuradores e fortalecer a recuperação da dívida ativa, Minas Gerais busca unir inovação e eficiência em um tema de impacto econômico e institucional.
Imagem gerada por IA

Minas Gerais avança no uso de inteligência artificial para modernizar a gestão pública e reforçar o combate a fraudes tributárias. A Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais (Prodemge), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e a Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais, concluiu um projeto inovador baseado em Inteligência Artificial Generativa para apoiar procuradores do Estado na identificação de indícios de cisão fraudulenta e sucessões tributárias fraudulentas.

A iniciativa busca aumentar a eficiência na recuperação da dívida ativa e acelerar análises que antes demandavam mais tempo e trabalho manual.

A nova solução utiliza inteligência artificial para apoiar procuradores na identificação de movimentações empresariais suspeitas que possam indicar tentativas de ocultar patrimônio ou evitar cobranças tributárias.

Na prática, a ferramenta foi criada para analisar dados, cruzar informações e apontar indícios que auxiliem investigações.

O objetivo é tornar o processo mais ágil e estratégico.

A avaliação é que esse modelo pode gerar mais eficiência e aprimorar os serviços públicos.

Com o projeto, foi criado um agente analítico de IA capaz de:

  • extrair dados cadastrais
  • validar parâmetros
  • cruzar informações
  • gerar resumos analíticos
  • subsidiar o trabalho dos procuradores

A proposta é oferecer suporte técnico para identificar ativos, localizar vínculos econômicos e apontar estruturas possivelmente utilizadas em práticas fraudulentas.

Além do impacto tributário, o projeto reforça um movimento mais amplo de digitalização do setor público.

O uso de IA generativa em atividades analíticas vem sendo apontado como ferramenta capaz de reduzir tempo de análise, ampliar capacidade técnica e melhorar tomada de decisão em áreas estratégicas.

Especialistas avaliam que o uso de inteligência artificial em funções públicas tende a crescer em áreas como:

  • fiscalização
  • gestão tributária
  • análise jurídica
  • atendimento ao cidadão
  • prevenção de fraudes
  • automação de processos

A experiência em Minas pode servir como referência para outras iniciativas.

Mais do que incorporar uma nova tecnologia, o projeto representa uma aposta em modernização da máquina pública.

Ao usar inteligência artificial para apoiar procuradores e fortalecer a recuperação da dívida ativa, Minas Gerais busca unir inovação e eficiência em um tema de impacto econômico e institucional.

A iniciativa sinaliza como ferramentas digitais começam a ganhar espaço em áreas antes marcadas por processos essencialmente manuais — e como a inteligência artificial pode passar a ter papel cada vez mais presente na gestão pública.

 

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