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Homem embriagado empurra a própria mãe e causa ferimento durante confusão familiar

A vítima informou que não desejava representar criminalmente contra o filho, acreditando que o empurrão não teve intenção de machucá-la
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial (IA)

A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de agressão envolvendo familiares após um homem, aparentemente embriagado, empurrar a própria mãe durante uma confusão dentro de casa.

De acordo com as informações, o solicitante relatou que seu irmão de 39 anos, teria chegado à residência bastante alterado, sob efeito de bebida alcoólica, e passou a perturbar a mãe, uma senhora de 64 anos.

No local, os militares conversaram com a vítima, que contou que o filho apresentava sinais visíveis de embriaguez, como dificuldade para se equilibrar, fala desconexa e comportamento agitado. Em determinado momento, ao tentar ajudá-lo para que não caísse, ela acabou sendo empurrada por ele, batendo o braço esquerdo em uma cadeira de madeira, o que causou um pequeno corte no antebraço.

Segundo a mãe, após o ocorrido o autor não voltou a agir de forma agressiva, permanecendo na sala da residência. Ela também relatou que o filho faz uso frequente de bebida alcoólica e que isso tem causado transtornos e perturbação em casa.

Durante o atendimento da ocorrência, a idosa passou mal e familiares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar assistência médica.

Em conversa com os policiais, a vítima informou que não desejava representar criminalmente contra o filho, acreditando que o empurrão não teve intenção de machucá-la, mas ocorreu em razão do estado de embriaguez. Mesmo assim, ela e os familiares foram orientados sobre a possibilidade de solicitar medida protetiva de urgência.

O irmão do autor, que acionou a Polícia Militar, confirmou que encontrou o homem completamente embriagado ao chegar em casa e que a mãe havia sido empurrada quando tentou ajudá-lo a não cair.

Os policiais também constataram que o autor apresentava sinais claros de ingestão de álcool, como andar cambaleante, olhos vermelhos e hálito etílico, além de comportamento exaltado e falas desconexas.

Diante da situação, o homem foi informado sobre seus direitos constitucionais e encaminhado inicialmente para atendimento médico na Santa Casa de Misericórdia.

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