A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal continua em Patos de Minas e região. A decisão foi tomada após uma nova assembleia realizada na noite de segunda-feira (21), envolvendo os trabalhadores das cinco agências da Caixa que fazem parte da base do Sindicato dos Bancários de Patos de Minas e Região.
Segundo o presidente da entidade, César Roberto Rodrigues, aproximadamente 73% dos empregados que participaram da votação na região decidiram não aceitar a nova proposta apresentada pela Caixa e optaram pela continuidade da paralisação.
Trabalhadores rejeitam nova proposta
De acordo com César, a assembleia foi realizada de forma virtual e envolveu empregados da Caixa de todo o país. A votação ocorreu entre 11h e 18h.
Na base de Patos de Minas e região, que reúne cinco agências, a maioria decidiu pela rejeição da proposta apresentada pela instituição.
“A deliberação foi por não acatar a nova proposta construída pela Caixa. Cerca de 73% dos votantes nesta assembleia optaram por não aceitar essa nova proposta”, explicou César.
Greve também continua em nível nacional
Ainda segundo o presidente do sindicato, a decisão tomada em Patos de Minas acompanha o resultado registrado em diversas outras bases sindicais pelo país.
Em nível nacional, aproximadamente 70% dos empregados que participaram das assembleias também rejeitaram a nova proposta, optando pela manutenção da greve.
A expectativa dos trabalhadores é que a continuidade da paralisação pressione a Caixa a apresentar uma nova proposta nas negociações.
Sindicato aguarda nova rodada de negociação
César afirmou que, até o momento, a gestão da Caixa ainda não havia informado uma nova rodada de negociações com os trabalhadores.
“Estamos aguardando a movimentação e os efeitos dessa nova recusa por parte dos empregados da Caixa”, afirmou.
Com a decisão, os trabalhadores das cinco agências da região permanecem em greve.
Paralisação afeta serviços aos clientes
A greve também impacta serviços procurados diariamente pela população, como atendimento relacionado ao FGTS, financiamento habitacional, pagamentos de benefícios e outros serviços bancários.
A paralisação já se aproxima de duas semanas e o Sistema Clube acompanha as negociações e os possíveis desdobramentos do movimento.







