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Falcão esclarece criação da comissão da prefeitura para apurar contrato com a COPASA, mesmo após a entrega do relatório da CPI na Câmara Municipal

Prefeito falou durante coletiva sobre passos para possível rompimento com a Copasa.

O prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (PODEMOS), concedeu entrevista coletiva na tarde de ontem quarta – feira (09) para abordar vários assuntos, dentre eles a situação sobre a criação da comissão processante da prefeitura para apurar o contrato sem licitação firmada com a COPASA. A comissão é composta por três servidores e terá 60 dias para investigar, prazo que pode ser prorrogado.

Falcão reconheceu o trabalho da CPI na Câmara dos Vereadores e explicou que a procuradoria da prefeitura sugeriu que uma comissão do executivo fosse instaurada para subsidiar o pedido de rompimento do contrato, “Nomeamos três servidores do município para analisar oficialmente o contrato da Copasa, fazerem todos os levantamentos que precisam ser feitos e vão me entregar o parecer e a partir disso vamos tomar a decisão. Já temos nossa convicção formada, mas vamos tomar o cuidado para tomar essa decisão. Temos o parecer do relatório entregue pela Câmara Municipal e que ajudou demais,” disse.

Ainda segundo o prefeito o processo será longo e difícil, mas tudo será feito para que a população tenha acesso a um serviço de qualidade, “A Copasa tentou por duas vezes que o município assinasse um documento para que fosse atualizado o contrato. E respondi de forma negativa que não iria fazer isso, porque é um contrato que foi feito inadequadamente, sem licitação e também não entrega o serviço que a população merece a população não está satisfeita,” afirmou.

Sobre a comissão processante criada o prefeito do município disse que optou pela criação devido a ter mais provas contra a COPASA, por ser um rompimento difícil, em que a companhia não vai aceitar e pode acabar virar caso de justiça, “Quero deixar claro eu posso romper, mas para eu romper a empresa precisa aceitar ou perder na justiça, e a empresa obviamente vai à justiça, alegando ter contrato até 2038 e que tem investimentos feitos no município. Por isso, é importante ter tudo que for preciso, para que se vire caso de justiça, precisamos esgotar todas as possibilidades e fazer tudo que for preciso para trazer o que a população merece,” disse.

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