A participação de uma equipe Sub-10 na 2ª Copa do Cerrado de Futebol de Base, disputada em Patrocínio, terminou cercada por polêmica. Em nota divulgada nas redes sociais, a escolinha afirma ter sido desclassificada de forma considerada injusta após conquistar vaga na final da competição. O torneio reuniu equipes de diversos estados brasileiros entre os dias 21 e 27 de julho.
Segundo o comunicado, a equipe realizou campanha invicta durante toda a competição. De acordo com a nota, o time terminou a fase de grupos na liderança, venceu a semifinal por 3 a 0 e não sofreu nenhuma derrota dentro de campo.
A desclassificação, conforme informado pela escolinha, ocorreu por um suposto descumprimento do regulamento. A alegação é de que um integrante da comissão técnica, que havia sido expulso na partida anterior, permaneceu no banco de reservas durante a semifinal, o que teria motivado a punição.
Entretanto, a escolinha sustenta que a mesma situação teria ocorrido com uma equipe da casa, cujo treinador também teria permanecido no banco após uma expulsão anterior. Ainda segundo a nota, apenas a equipe visitante foi penalizada, o que motivou a acusação de tratamento desigual na aplicação do regulamento.
Após a decisão, o time foi retirado da disputa da final e colocado na disputa pelo terceiro lugar. A equipe informa que optou por não disputar a partida em forma de protesto. Com isso, a final foi realizada entre duas equipes da cidade-sede, conforme relata o comunicado.
No encerramento da nota, a escolinha afirma que seus atletas “saíram de cabeça erguida” e destaca que os jogadores demonstraram caráter, união e respeito durante toda a competição. A equipe também afirma que não considera o episódio uma derrota esportiva, mas uma questão de princípios.
Outro lado
Até o momento, a organização da 2ª Copa do Cerrado de Futebol de Base não havia se manifestado publicamente sobre as alegações apresentadas pela escolinha. O espaço permanece aberto para que os organizadores apresentem sua versão dos fatos.








