Ouça ao Vivo:

Convenções partidárias seguem sem definições e composição das chapas deve ficar para o prazo final em Minas Gerais

Com o encerramento do prazo se aproximando, a tendência é de uma semana de intensas articulações políticas em Minas Gerais, com possíveis mudanças nas alianças e definições que poderão redesenhar o cenário da disputa pelo governo do Estado e pelas vagas ao Senado.
Foto e fonte: O tempo

As convenções partidárias para as eleições de 2026 seguem movimentando o cenário político em Minas Gerais, mas, até o momento, poucas definições concretas foram anunciadas. A maioria dos partidos decidiu adiar a confirmação de candidaturas, alianças e nomes para vice-governador e senador, deixando as decisões para os últimos dias do calendário eleitoral.

Pela legislação eleitoral, as convenções podem ser realizadas até o dia 5 de agosto, enquanto o prazo para registro oficial das candidaturas termina em 15 de agosto. Com isso, as negociações entre partidos e lideranças políticas continuam intensas nos bastidores.

Entre os principais casos está o Republicanos, que realizou sua convenção sem confirmar o nome do senador Cleitinho Azevedo como candidato ao Governo de Minas. Durante o encontro, a legenda apenas autorizou a formação de coligações, mantendo em aberto a definição sobre a disputa pelo Palácio Tiradentes.

Já o PDT oficializou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como candidato ao governo estadual. Apesar da confirmação da candidatura, o partido ainda não anunciou quem será o candidato a vice-governador nem o nome que disputará uma vaga ao Senado.

No PL, a expectativa é de que a decisão sobre candidatura própria ou apoio a outro projeto político seja tomada nos próximos dias. A legenda também precisa definir quem representará o partido na disputa ao Senado.

O PT trabalha para oficializar o ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro Patrus Ananias como candidato ao Governo de Minas. Para o Senado, a tendência é a confirmação da prefeita de Contagem, Marília Campos. Mesmo assim, a legenda segue negociando a composição da chapa com partidos aliados.

Outras siglas importantes também mantêm as articulações em andamento. O MDB e o PSD ainda discutem possíveis alianças e a formação das chapas antes da realização de suas convenções, previstas para os próximos dias.

Um dos principais focos das negociações envolve a federação formada por União Brasil e Progressistas (PP). O grupo é considerado estratégico por reunir um dos maiores tempos de propaganda eleitoral e uma das maiores fatias do fundo eleitoral. Por isso, diversos pré-candidatos buscam o apoio da federação, que ainda não definiu se lançará candidatura própria ao governo ou se apoiará outro nome.

A indefinição também alcança as vagas para o Senado e para vice-governador, cargos que têm sido utilizados como moeda de negociação entre os partidos na tentativa de fortalecer alianças e ampliar o tempo de campanha no rádio e na televisão.

O adiamento das definições faz parte da estratégia das legendas para manter espaço de negociação até o limite permitido pela Justiça Eleitoral. A expectativa é que a maior parte das chapas seja anunciada apenas nos últimos dias do período das convenções.

Com o encerramento do prazo se aproximando, a tendência é de uma semana de intensas articulações políticas em Minas Gerais, com possíveis mudanças nas alianças e definições que poderão redesenhar o cenário da disputa pelo governo do Estado e pelas vagas ao Senado.

Fonte: O tempo

Título do slide
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Clique aqui
<a href="arquivo.clubenoticia.com.br" target="_blank">Veja mais em nosso arquivo!</a>