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TSE pretende intensificar ações para reduzir abstenção no segundo turno

A Justiça Eleitoral também deverá concentrar esforços entre os grupos que apresentam índices mais elevados de abstenção. De acordo com informações divulgadas pelo Senado, a ausência chega a cerca de 50% entre eleitores com mais de 70 anos e a 20% entre jovens de 16 e 17 anos, faixas para as quais o voto é facultativo.
agencia Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral pretende intensificar as ações para tentar reduzir o número de eleitores que deixam de votar no segundo turno das Eleições 2026.

A declaração foi feita pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, após o encerramento do primeiro turno, realizado neste domingo, dia 4.

Segundo os dados do sistema de totalização da Justiça Eleitoral, a abstenção chegou a 21,08%, o equivalente a aproximadamente 33,4 milhões de eleitores que não compareceram às urnas.

Para o presidente do TSE, o percentual não é considerado ideal. A Justiça Eleitoral pretende aperfeiçoar os mecanismos disponíveis para estimular uma maior participação dos eleitores na segunda etapa da votação.

A abstenção registrada neste primeiro turno é a maior desde 1998, quando o índice chegou a 21,5%. Em 2022, no primeiro turno das eleições presidenciais, a ausência foi de 20,95%.

Além das ausências, o primeiro turno contabilizou cerca de 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de votos nulos. Ao todo, aproximadamente 125 milhões de eleitores compareceram às urnas, diante de um eleitorado apto de 158,7 milhões.

O segundo turno das Eleições 2026, quando necessário, está marcado para 25 de outubro.

A Justiça Eleitoral também deverá concentrar esforços entre os grupos que apresentam índices mais elevados de abstenção. De acordo com informações divulgadas pelo Senado, a ausência chega a cerca de 50% entre eleitores com mais de 70 anos e a 20% entre jovens de 16 e 17 anos, faixas para as quais o voto é facultativo.

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