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Polícia Civil deflagra ‘Operação Colmeia’ e cumpre mandados de prisão e busca em Patos de Minas, Presidente Olegário e Lagoa Grande

Ação é um desdobramento da 'Operação Sombra', realizada em 2023, e visa desarticular o núcleo financeiro e de liderança de uma organização criminosa

Com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas e no comércio ilegal de armas de fogo, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, na manhã desta terça-feira (7/7), a operação Colmeia.

Oito mandados de prisão preventiva e outros sete de busca e apreensão foram cumpridos em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, e nos municípios de Presidente Olegário e Lagoa Grande, região Noroeste do estado.

Além das prisões em decorrência de ordem judicial, uma pessoa foi detida em flagrante por tráfico de drogas. Os trabalhos policiais resultaram também na apreensão de um veículo, pedras de crack, R$ 3.668 em dinheiro e dois celulares.

Crime organizado

Por meio de inteligência policial, monitoramentos, análises telemáticas, exames de movimentações financeiras e levantamentos de campo, policiais civis identificaram a estrutura hierárquica do grupo criminoso, bem como individualizaram a conduta dos membros da organização.

Conforme apurado, eles atuavam de forma estruturada e permanente, abastecendo traficantes em diferentes municípios e mantendo uma complexa rede de colaboradores para garantir a continuidade do comércio ilícito.

Ainda segundo as investigações, o líder do grupo coordenava as atividades à distância, sendo que os demais investigados desempenhavam tarefas específicas, como armazenamento, transporte, distribuição de drogas, arrecadação de valores, movimentação financeira, comercialização de armas de fogo e abastecimento de pontos de venda de entorpecentes.

Colmeia

O nome da operação faz referência ao modelo de atuação da organização criminosa investigada, cuja estrutura se assemelha a uma colmeia, com divisão de funções entre seus integrantes.

A ação foi coordenada pela Agência de Inteligência (AIP) e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do 10º Departamento de Polícia Civil.
As investigações prosseguem.

 

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