Um homem de 34 anos foi preso em flagrante após furtar um celular iPhone 15 Pro Max de uma residência no bairro Nova Floresta, em Patos de Minas. O aparelho foi recuperado pela Polícia Militar, e o suspeito confessou o crime.
O furto foi percebido na manhã, quando o morador de 26 anos acordou e notou que o celular, que havia deixado carregando ao lado da cama, havia desaparecido. Além do aparelho, um isqueiro vermelho também foi levado.
A vítima relatou aos policiais que costuma dormir sem trancar as portas da residência. Após perceber o furto, tentou ligar para o próprio número, mas as chamadas eram direcionadas para a caixa postal. Ele também tentou localizar o aparelho pelo sistema do iPhone, mas não conseguiu acessar a conta.
Durante as diligências, os militares conversaram com moradores das proximidades. Vizinhos informaram que a vítima havia participado de uma confraternização com amigos no dia anterior, que se estendeu até a noite. A suspeita era de que o furto tivesse ocorrido durante ou logo após o encontro.
Por volta das 13h, o morador voltou a entrar em contato com a Polícia Militar após conseguir informações sobre a possível localização do celular. O aparelho estaria com um conhecido dele, um homem de 34 anos, que estava em um motel em Patos de Minas.
A equipe policial foi até o motel e abordou o suspeito, que estava acompanhado de outras três pessoas. Durante a intervenção, os militares encontraram o iPhone furtado em sua posse.
Conforme o registro, também foi apurado que o suspeito havia realizado gastos de R$ 1.580, valor que, segundo a ocorrência, foi utilizado na compra de pedras de crack e no pagamento da hospedagem no motel.
Ao ser questionado, o homem confessou a autoria do furto. Durante a verificação, os policiais constataram que o vidro da parte traseira do celular estava quebrado. A vítima afirmou que o aparelho não apresentava esse dano antes do desaparecimento.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado, junto com o celular recuperado, à Delegacia de Polícia Civil, onde ficou à disposição da autoridade policial para as providências legais.







