Em uma decisão anunciada pelo Ministério da Gestão e da Inovação, o governo federal prorrogou o prazo para a obrigatoriedade da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como base da biometria no INSS até janeiro de 2027.
Esta medida abrange todo o Brasil, impactando milhões de beneficiários do instituto. As biometrias já registradas nos sistemas do TSE, CNH e passaporte continuarão válidas até o final de 2027.
A prorrogação do prazo foi necessária para que a transição dos sistemas biométricos públicos ocorra de forma tranquila, sem falhas que possam prejudicar os beneficiários do INSS. Outro objetivo é diminuir o risco de fraudes nos pagamentos, formando uma base de dados integrada e segura.
Além disso, a medida visa concentrar as informações biométricas em um sistema unificado, melhorando a segurança das identificações e das transações sociais.
Os brasileiros que já possuem registros biométricos em outros documentos estão isentos de mudanças imediatas, graças à prorrogação. Isso permite que a adaptação aos novos sistemas ocorra de forma mais planejada e menos custosa. A introdução gradual da CIN como único meio de identificação garante tempo para a implementação de tecnologias sem comprometer os serviços atuais.
FONTE: DIARIO DO COMERCIO







