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Acusado de tentativa de homicídio em 2013, é condenado a mais de 4 anos de reclusão

A acusação de tentativa de homicídio foi desclassificada, porém, o réu foi condenado a 2 anos por porte ilegal de arma e mais 2 anos e 2 meses por disparo de arma de fogo em lugar habitado

Nesta terça-feira (24) teve início a 6ª Sessão de Julgamentos de 2024 da 1ª Vara Criminal da Comarca de Patos de Minas, no Fórum Olympio Borges. Nesta semana, serão três casos julgados.

O primeiro julgamento, de acordo com inquérito policial concluído pela polícia civil, foi o crime de tentativa de homicídio, que aconteceu no dia 28/07/2013, na Rua Prefeito Camundinho no Bairro Brasil, em Patos de Minas. O acusado Márcio José Prado, tentou matar a tiros Cláudio Kenned Silva Lourenço e sua esposa Simone Porfírio da Silva.

O indiciado, possuía uma dívida na loja de Cláudio e ao ser cobrado, se recusou a pagar. Porém Márcio, ao passar de moto em frente a residência do casal, sacou de uma arma e efetuou 4 disparos de arma de fogo contra o desafeto.

Para proteger o marido e as filhas menores de idade presentes no local, Simone tentou segurar a mão do atirador, que não conseguiu acertar Cláudio. Não satisfeito, Márcio puxou o gatilho mais duas vezes, mirando na cabeça de Simone, porém as munições “mascaram” e a arma falhou.

A acusação de tentativa de homicídio contra o casal foi desclassificada pelo júri, porém, Márcio foi condenado a dois anos de reclusão por porte ilegal de arma e mais dois anos e dois meses de reclusão por disparo de arma de fogo em lugar habitado, somando ao todo, 4 anos e 2 meses de reclusão.

A condenação por porte ilegal de arma será verificada pelo Ministério Público, se há a possibilidade de prescrição do crime.

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Homem que confundiu cola com colírio e álcool com água em Paracatu

O caso serve de alerta para que medicamentos e produtos químicos sejam armazenados separadamente e, de preferência, em locais diferentes, evitando confusões que podem causar acidentes graves. Especialistas também orientam que embalagens semelhantes nunca sejam mantidas próximas umas das outras e que, em caso de contato de cola instantânea com os olhos, a pessoa procure atendimento médico imediatamente, sem tentar remover o produto à força

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