Presidente da Amapar esclarece possíveis casos de pessoas vacinadas com duas doses de imunizantes diferentes na região

logo-face
logo-face
Presidente da Amapar esclarece possíveis casos de pessoas vacinadas com duas doses de imunizantes diferentes na região

Segundo informado pela Secretaria de Estado de Saúde, foram pelo menos 13 ocorrências registradas de pessoas que podem ter sido vacinadas com duas doses de imunizantes diferentes em cidades das regiões do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas. São elas;

Cidade

Número de ocorrências

Arapuá

1

Araxá

2

Brasilândia de Minas

1

Conceição das Alagoas

1

Coromandel

1

João Pinheiro

1

Lagoa Grande

1

Monte Carmelo

1

Pirajuba

1

Presidente Olegário

1

Uberaba

1

Uberlândia

1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: SES/MG

No estado seriam 68 ocorrências também nesse sentido e os casos estão sendo acompanhados pela área da saúde.

No Domingo dia (15), uma reportagem publicada no Jornal “O Tempo” de Belo Horizonte, informava que cerca de 2.500 pessoas que receberam a vacina pela campanha contra a Covid-19 em Minas Gerais, podem ter recebido, de forma equivocada, doses de fabricantes diferentes do imunizante entre a primeira e a segunda aplicação. Segundo a reportagem, isso teria ocorrido na maioria dos Municípios Mineiros, entre eles Carmo do Paranaíba, Patos de Minas e Lagoa Formosa.

A reportagem da Rádio Clube98 procurou representantes dos municípios citados na reportagem. Em Patos de Minas a informação foi de que não houve esse tipo de registro no município.  A Secretária de Saúde de Lagoa Formosa Joventina Ferreira disse que ficou surpresa e perplexa com o conteúdo das afirmações do jornal, informando de modo categórico que, não existe a mínima possibilidade de ter acontecido essa troca em Lagoa Formosa. A Secretária comentou ainda que, a equipe da epidemiologia do município encaminha às UBS’s vacinas do mesmo laboratório com intuito de evitar possíveis erros. Já o prefeito de Carmo de Paranaíba e Presidente da Amapar, César Caetano em entrevista ao jornalismo da Rádio Clube98, disse que foi um equivoco do jornal e que tomará medidas cabíveis.

Em consulta ao site do Ministério da Saúde, a informação é de que não existe estudo que demonstre eficácia e segurança caso a pessoa tome as doses de laboratórios diferentes, mas que é importante que eles sejam relatados. O risco dessa combinação seria o comprometimento da eficácia dos imunizantes. O mais seguro é tomar as 2 doses da mesma fabricante, porque foi dessa forma que a eficácia e a segurança delas foram testadas. As vacinas em uso no Brasil atualmente, Coronavac e da Aztrazeneca, usam tecnologias diferentes; e por isso, a vigilância epidemiológica precisa monitorar esses casos para eventuais reações adversas, além da questão de possíveis reações.

 

Comentários